SETEMBRO AMARELO

Prevenção ao Suicídio e Promoção da Saúde Mental

Setembro Amarelo: Prevenção ao Suicídio e Promoção da Saúde Mental

Você sabia que, em uma sala com 30 pessoas, pelo menos 5 já pensaram em suicídio? Esse dado alarmante revela a urgência de falarmos sobre saúde mental, quebrando tabus e levando informação para a sociedade. O Setembro Amarelo é a campanha mundial de prevenção ao suicídio e busca justamente isso: conscientizar, apoiar e salvar vidas.

O suicídio é um gesto extremo de autodestruição, marcado pelo desejo de acabar com a própria vida. Cada pessoa que se vai deixa, em média, entre 6 a 10 pessoas impactadas de forma profunda e irreversível. Famílias, amigos e colegas sofrem as consequências emocionais desse ato, muitas vezes sem saber como poderiam ter ajudado antes.

Entre as principais causas que levam alguém a pensar em suicídio estão fatores como estresse, depressão, ansiedade, dependência química, doenças físicas ou psiquiátricas e até mesmo dificuldades financeiras e traumas. Em adolescentes, questões como bullying, exclusão social, conflitos familiares e isolamento emocional aparecem com frequência. O ponto em comum é que, na maioria das vezes, essas pessoas não querem realmente morrer, mas sim acabar com o sofrimento que parece insuportável.

O que é o Setembro Amarelo?

Criada em 2015 no Brasil pelo CVV (Centro de Valorização da Vida) em parceria com o CFM e a ABP, a campanha busca reduzir estigmas e incentivar o diálogo sobre saúde mental.

Principais causas do Suicídio:

Entre adultos

  • Estresse e ansiedade
  • Depressão
  • Problemas financeiros
  • Luto e traumas
  • Doenças físicas ou psiquiátricas
  • Dependência química

Entre adolescentes

  • Bullying e exclusão social
  • Problemas familiares
  • Relacionamentos conflituosos
  • Isolamento social
  • Depressão e ansiedade
setembro amarelo

Como vimos, transtornos como estresse, ansiedade e depressão estão fortemente relacionados a esses pensamentos. O estresse, por exemplo, é a resposta do corpo a estímulos externos, e quando se torna constante pode gerar sintomas como insônia, irritabilidade, alterações de humor e problemas gástricos. A depressão, doença crônica que altera o humor e causa tristeza profunda, pode se manifestar em perda de apetite, culpa constante, falta de energia e, em casos graves, ideias suicidas. Já a ansiedade, que pode ser passageira ou uma condição permanente, gera sintomas como dores de cabeça, insegurança, dificuldade de concentração e palpitações.

A prevenção passa também pelos fatores de proteção. Laços familiares e afetivos fortalecidos, prática de atividades prazerosas, valores religiosos ou espirituais, autoestima positiva e uma rede de apoio sólida podem reduzir as chances de uma pessoa chegar ao ponto de cogitar o suicídio.

Mas como ajudar alguém que está em sofrimento? O primeiro passo é ouvir, de verdade, sem julgamentos. Falar sobre o assunto não aumenta o risco, pelo contrário: o silêncio é um dos maiores inimigos. Mostrar caminhos possíveis, reforçar aspectos positivos da vida da pessoa e incentivar a busca por ajuda profissional são atitudes que salvam vidas. O CVV – Centro de Valorização da Vida, disponível pelo telefone 188, é uma das principais referências no Brasil. Além dele, os CAPS e CRAS oferecem suporte psicológico gratuito em todo o país.

Outro tema importante é a chamada pósvenção, que consiste no apoio oferecido aos familiares enlutados ou sobreviventes de uma tentativa. Essas pessoas carregam sentimentos de culpa e vergonha que, se não forem cuidados, podem gerar problemas emocionais graves. Por isso, acolher e oferecer suporte também é parte fundamental da prevenção.

Outro tema importante é a chamada pósvenção, que consiste no apoio oferecido aos familiares enlutados ou sobreviventes de uma tentativa. Essas pessoas carregam sentimentos de culpa e vergonha que, se não forem cuidados, podem gerar problemas emocionais graves. Por isso, acolher e oferecer suporte também é parte fundamental da prevenção.

O tratamento de pessoas em risco deve ser multiprofissional, incluindo acompanhamento psicológico, psicoterapia, uso de medicamentos quando indicado e mudanças no estilo de vida. Atividade física, alimentação equilibrada, momentos de lazer e estratégias pessoais de enfrentamento fazem parte do processo de recuperação.

O Setembro Amarelo é, portanto, muito mais do que um mês no calendário. É um movimento que convida todos nós a falarmos mais sobre saúde mental, a ouvirmos com empatia e a valorizarmos a vida. Se você ou alguém próximo está passando por um momento difícil, não hesite em buscar ajuda. Sua vida importa.

(11) 98652-7976

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E-mail

contato@grupoforti.com.br